Até agora, houve uma qualidade linear para a busca lenta e deliberada do Manchester City da coroa da UEFA Champions League.

Em suas primeiras duas temporadas na competição, começando em 2011-12, depois que os investimentos montanhosos da posse de Abu Dhabi começaram pagar fora, a cidade encalhou na fase de grupo - contudo com o burden de draws brutais. O terceiro e quarto anos, ele atingiu a rodada de 16, mas teve a desgraça de correr para o Barcelona buzzsaw ambas as vezes. A temporada passada foi o avanço como City chegou às semifinais, onde o Real Madrid eliminou o Sky Blues.

Os progressos haviam cessado. Os jogos de nocaute apertado e pesado.

Na primeira etapa da terça-feira, na cidade de Mônaco, com o líder da Liga Francesa, o time venceu sua cabeça. Os Cidadãos, por duas vezes, ficaram para trás em casa contra o Mónaco, um coletivo de jovens talentos brilhantes, antes de voltarem para uma vitória de 5-3, que posiciona bem o clube por uma segunda viagem direta para as quartas de final.

Às vezes, parece uma temporada, e até mesmo uma era, pode se resumir a um único impulso-swing. A falta de Falcao sentia como se fosse um exemplo. Mesmo que Monaco tomasse uma outra ligação, olhou como ele teve a cidade batido nesse ponto. Uma vantagem de dois golos seguramente teria cimentado isso.

Mas Cabellero salvou o time da casa. E talvez salvou a temporada de estreia de Guardiola na Inglaterra, garantindo que sua era não comece com um flop.

 

A marcha do Manchester City para o topo continua.